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O assunto hoje é: Diocesaneidade

É o exercício da vida diocesana. “A diocese é a porção do povo de Deus que é confiada ao Bispo para ser apascentada com a cooperação do presbitério, de tal modo que, aderindo ao seu pastor e por este congregada no Espírito Santo, mediante o Evangelho e a Eucaristia, constitua a Igreja particular, onde verdadeiramente se encontra e atua a Igreja de Cristo, una, santa, católica e apostólica” (CDC 368). A partir dessa perspectiva, a diocese é entendida como lugar da comunhão testemunhada na ação evangelizadora, que se expressa na missão da Igreja enquanto comunidade de fé, do culto (liturgia) e da caridade. A paróquia, por sua vez, é uma parte da diocese, uma célula viva.

A diocesaneidade não está relacionada, apenas, à hierarquia da Igreja, mas se refere a todo o povo de Deus que faz parte de uma Igreja particular, no caso, a diocese de Guarapuava. Para isso, precisamos “exercitar” três dimensões: conhecimento, pertença e participação.

Conhecimento: Significa proximidade, conhecer a diocese, sua forma de organização pastoral (os decanatos), interessar-se pelas raças e etnias que a compõem, pelos que passam necessidades… conhecer é se envolver e deixar-se envolver; deixar-se contagiar pelo dinamismo evangelizador da paróquia, do decanato, da diocese como um todo.

Pertença: Na Igreja, a pertença não é apenas “ser parte”, mas “fazer parte” ativa. A pertença está relacionada à ideia de enraizamento e interação plena, em que o indivíduo constrói e é construído, comungando o mesmo objetivo. As características da pertença são, o serviço desinteressado e a busca de fidelidade. O sentido de pertença me faz perguntar: “Onde eu posso colaborar mais, dar o melhor de mim na evangelização?” O sentido de pertença abre espaço para acolher os que chegam, pois ninguém é dono” da Igreja ou da pastoral.

Participação: O termo já diz: “parte”. Sou parte viva do corpo de Cristo e Ele vive por inteiro em mim.
Participação lembra o protagonismo batismal, em que nenhum cristão pode ser católico apenas por tradição, mas por opção de vida; nenhum cristão pode permanecer de braços cruzados, frente aos inúmeros desafios do mundo.

Fonte: Revista A Igreja na Diocese de Guarapuava – Foto: Jorge Teles

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